Influência
E, passando pelo crivo da minha consciência, indago o que poderá servir para o trilhar do meu próprio Caminho…
Gosto de caldo-verde e do cheiro da terra molhada, gosto de ler, de repousar, de meditar e de gritar, gosto de ti, gosto daqui, mas também gosto dali, gosto disto e gosto daquilo, e acho que não consigo ser mais vago do que isto!...
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Luís Daehnhardt
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12:15
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Dois romances de autores portugueses lidos de seguida, com uma personagem feminina chamada Mara. Uma, romana, a outra, angolana. Não sendo um nome comum, poderá dizer-se que é uma coincidência curiosa... O que achas, Gaspar?
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Luís Daehnhardt
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21:35
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Aprendi com Mário de Carvalho que a frase "nada do que é humano me é estranho" pertence a Terêncio. Como dizia André Gide, "já tudo foi dito, mas como ninguém presta atenção é preciso estar sempre a recomeçar". E foi isso que fez Raymond Bernard, que nos legou a frase "nada do que é humano vos será estranho".
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Luís Daehnhardt
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21:29
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Ouvi agora na TV que uma em cada cinco pessoas sofre de depressão. Ora esta é uma notícia que me deixa, digamos, deprimido...
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Luís Daehnhardt
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11:00
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- O que faz o Sol?
- Faz uma Lareira!
- O que faz o Vento?
- Liga a ventoínha!
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Luís Daehnhardt
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12:56
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Não desfazendo, este blogue é mesmo muito bom...
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Luís Daehnhardt
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23:24
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O Benfica ganhou o torneio do Guadiana, que é, como toda a gente sabe, a competição mais importante do futebol português!
Vivó Benfica!
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Luís Daehnhardt
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23:54
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Lembro-me amiúde da troca ideias com o meu colega Luís Lopes. Ele dizia-me que ler romances tinha mais interesse do que ler ensaios, pois era nesse género que ele encontrava a vida. Eu respondia-lhe que a vida vivia a eu e que preferia beber dos conhecimentos que encontrava nos ensaios. Não mudei muito de ideias desde então, mas já olho para o romance de uma outra maneira. De facto é neste género que se encontra algo que não se pode encontrar em qualquer outro lugar. Algo de especial e único e de difícil definição – pelo menos para mim. É impossível encontrar num ensaio filosófico, antropológico, histórico, ou qualquer outro, qualquer coisa como isto: «…Desenraizaram as árvores, devastaram as vinhas, pisaram as flores. Todos os livros foram esfarrapados ou queimados. Até nesta inofensiva mesa de mármore apuseram as suas marcas bestiais. Porquê? Em nome de quê? Se tal eu soubesse, seria o mais sábio dos homens e poderia aconselhá-los com proveito. O porquê daquela ânsia dementada de destruir deve ser, de todos, o mistério mais bem guardado. Não quis a divindade revelar-mo, apenas que lhe sofresse as consequências» (Mário de Carvalho in Um Deus Passeando Pela Brisa da Tarde).
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Luís Daehnhardt
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10:08
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