19 de outubro de 2007

RIP

Parece-me que é procedimento comum na blogosfera o de findar um blogue para logo de seguida criar outro. Não consegui ainda perceber o porquê deste comportamento, mas se funcionou para outros, também funcionará para mim.

Como tal, pelos poderes de que fui investido, declaro defunto, morto e falecido o Ao Gostinho do Silva.

Poderei, a partir de agora, ser encontrado aqui. Prometo continuar na mesma linha deste blogue que agora fenece, mas talvez um pouco pior.

17 de outubro de 2007

Post de uma morte anunciada...

...

Alguem com muito para partilhar

http://www.sodeep.blogspot.com/

12 de outubro de 2007

Doris Lessing

Devido à minha ocupação profissional, entre outras razões, deveria ser minha intenção tecer um comentário, ou até mesmo um escólio (o que, neste caso, seria improvável), ao facto de ter sido atribuído o Prémio Nobel da Literatura a Doris Lessing (quem?). No entanto, pelo menos por enquanto e quiçá para sempre, abster-me-ei de o fazer, se me permitem.

Estou convencido que o permitem e que até agradecem.

Nada.

Diálogo perfeitamente verosímil

Nossa Senhora: Oh meu querido Deus, que não me deixes aparecer no Estádio do Benfica ainda compreendo, mas em Fátima podias ter a bondade de autorizar.

Deus: Já disse que não; chiça que és chata, hein!

Fátima

Com 80 milhões gastos na nova igreja, se a Nossa Senhora não aparece agora, então é porque nunca mais a vamos ver! O que é chato. Assim, poderá mesmo pensar-se que o dinheiro foi mal gasto. Valha-nos Nossa Senhora... ou, neste caso, talvez não.

5 de outubro de 2007

hi5

Comentário a uma foto da Ruth Marlene, no hi5.
Vocês vão perguntar: porque andavas tu a ver o hi5 da Ruth Marlene? Para dar de caras com pérolas destas, respondo eu:

raquelita diz:

linda muito linda sempre bela encantadore adote pois so uma grande fa tua e um dos meus sonhos era pder ter algumas das tuas roupas pois adoraria,se ou vese a venda talvez compraria mas tanbem roya de famosos e muita caro nao teria pessovilidades jinhod grandes fica bem.

4 de outubro de 2007

Piropos Pós-modernos #5

Oh filha, eu por ti até lia o Segredo.

2 de outubro de 2007

Dilúvio

Hoje, às duas da tarde, acreditei no dilúvio bíblico. A chover daquela maneira, durante quarenta dias seguidos, ficávamos completamente alagados… Como diz a minha mãe, «que Deus a mande», mas também não é preciso abusar!

Ah, como é bom falar do tempo… conversa de circunstância, que até serve para alimentar blogues.

28 de setembro de 2007

Este vai...

... direitinho para a barra dos links, sem passar por, bem, não sei bem por onde, mas vai directamente para barra dos links, como dizia, pois tem muito, quer dizer, é de certa forma, como é que hei-de dizer, é como se, não sei bem, o melhor é passarem por lá... Produções Fictícias TV. Do belo! A não perder, RAP a comer pudins!

27 de setembro de 2007

E mai nada!

24 de setembro de 2007

Em boa companhia já eu estava, mas para além deste bom amigo ser uma constante fonte de boa disposição, ainda trata uns e outros (que por lá encontrámos) por tu, o que é sempre simpático. E assim, lá estivemos na inauguração da Livraria Pó dos Livros, da qual só podemos esperar coisas boas: bom atendimento, bons livros de fundo, as novidades a tempo e horas, programação cultural à altura. Um espaço que combina, na perfeição, um design actual com as linhas mestras de uma livraria tal qual esta deve ser. Dá para ver que fiquei bem impressionado. No entanto, o ponto alto da tarde, foi mesmo ter deixado dois beijos nesta verdadeira artista, que para além de ser uma mulher lindíssima, é de extrema simpatia e ainda canta muitíssimo bem...

21 de setembro de 2007

Algo verdadeiramente sem interesse

Sou o blogger número: 16725333917962083396.
Para os adeptos da Numerologia, a soma pitagórica dá 3.
Para os que não são adeptos da Numerologia, dá 3 à mesma, o que é espantoso.

19 de setembro de 2007

Há livros e há literatura...

Pena é que raramente se faça esta distinção. De facto, havia de haver forma de distinguir o que é a verdadeira literatura do que é simplesmente um conjunto de folhas como uma série de palavras escritas, a que se convencionou chamar livro e que, infelizmente, pode ser confundido, pelos mais distraídos, com a primeira. Mas a distância entre uma coisa e outra é grande, enorme, oh se é!
Para ilustrar o que estamos a dizer, deixo-vos esta pérola que podemos encontrar a páginas cento e dezasseis do conjunto de folhas com letras A Estrela de Joana: «Leandro [...] espera até acabar de expelir o fumo do cigarro que vinha de dentro de si [...]». Isto é tão mau que chega mesmo a doer. Por ventura poderia Leandro expelir fumo de cigarro que não viesse de dentro de si? Viria de dentro de quem? Numa só palavra: foda-se! Dá vontade de dizer: se não sabes não inventes, como se dizia no meu tempo de rapazola.

Uma manhã em Corroios

Depois do café a 45 cêntimos, que acabou por me custar 50 pois o moço quis dar o troco em moedas de 1 e 2 cêntimos que eu obviamente não uso, fui fazer um depósito, que é coisa que dá sempre jeito e, sem perder tempo, fui à junta tratar da emissão de um novo cartão de eleitor que, à semelhança do anterior, jamais utilizarei, mas dá jeito ter para assunto que agora não vem à baila. Entregue na hora, por uma moça bem jeitosa, de nome Géninha, saí satisfeito rumo ao Centro de Saúde para tomar a terceira inócuação (ou lá o que é) da vacina do tétano, e parece que agora vou ficar 2 ou 3 dias com febre a tomar ben-u-ron, o que é coisa simpática. Tive ainda tempo de passar pelo doce creme, pastelaria do mais chique que se pode encontrar nos subúrbios, para comprar dois de Mafra mal-cozidos. E isto tudo em aproximadamente 45 minutos, 1 hora, vá, não foi mais do que isso. É bom viver em Corroios, mas estou mortinho por sair daqui!...

18 de setembro de 2007

Biblioteca de Alexandrino #3

"O Segredo" de José Mourinho

16 de setembro de 2007

Sou um gajo que tem a mania...

Tenho a mania que sou diferente... mas não nesse sentido em que estás a pensar...

Uma das minhas muitas manias, que se ramificam dessa de que sou diferente (como se todos não fossemos diferentes uns dos outros, foda-se, mas há uns mais diferentes do que outros, e há quem seja bem mais diferente do que eu, isso vos garanto), é a de que sou um gajo sem opiniões. Opinar é uma cena que me aborrece. O que é chato, pois acabo por ficar excluido, num país de opiniáticos crónicos, onde toda a gente tem uma opinião sobre tudo, do assunto mais corriqueiro até às mais hilariantes reflexões sobre o estado económico do país: o condutor do autocarro 53, que apanhei no outro dia, dizia que somos uns "consumistas excêntricos", para citar apenas um exemplo.

Mas eu cá não tenho opiniões o que, para além de dar pouca matéria para posts, é algo extremamente libertador. Sabes o que é não ter qualquer opinião sobre o caso da Maddie? Ou sobre a nossa selecção de Râguebi? Ou sobre o Socolari? Ou ainda sobre o Canário do Rodrigo Guedes de Carvalho? Ah pois é...

Mas isso faz de ti um gajo vazio, dizes tu. O que não correspnde à realidade (ou talvez corresponda, não sei), respondo eu. Porque o que eu tenho são sentires e não opiniões. Sinto as coisas e por vezes expresso aquilo que sinto (o que poderá ser entendido como sendo uma opinião, mas não é), e quando não as "sinto" simplesmente não opino. Mas caso as "sinta", aí vou a fundo, pesquiso, ordeno, classifico, comparo, rectifico, volto a ordenar e a comparar e por aí fora...

Uma opinião, para mim, é algo demasiadamente superficial. Lembro-me da frase de um amigo meu que dizia: a minha opinião é aquilo que fulano de tal disse, e passou a citar o respectivo fulano. Ora isso é a opinião de fulano de tal e não a tua, poderia eu ter dito e poderia ter perguntado: e tu já pensaste bem sobre o assunto, analisaste bem tudo o que há a analisar? Ao que ele poderia ter respondido: não! isso dá demasiado trabalho.

Contudo, aprecio as pessoas que têm opiniões bem fundamentadas e ponderadas ou aqueles que são certeiros mesmo com o assunto ainda a quente. O que possívelmente destrói todos os argumentos supracitados, mas não faz mal!

14 de setembro de 2007

Alquimia

«Para uns, as alegrias paradisíacas consistem na possessão de tudo o que o mundo dá de belo. Para outros, o paraíso está além das estrelas. Uns alquimistas procuravam a pedra filosofal para transmutarem em ouro metais de pouco valor, outros, pelo contrário, os autênticos e grandes alquimistas, elevam as suas fórmulas secretas ao plano espiritual. Os metais inferiores representam para eles as paixões humanas, cuja superação era o objectivo. Era Deus, não o ouro, que esperavam encontrar.»

Otto Rahn

11 de setembro de 2007

Piropos Pós-modernos #4

Oh filha, não queres vir cá mandar o meu milho transgénico abaixo?

9 de setembro de 2007

Há muitos deste género

Escolhi este porque conheço alguém que adora tartarugas!

7 de setembro de 2007

Ooops!

Há quem chegue a este blogue à procura disto. Não estão a bater à porta certa, apesar de constar na nossa barra de links um blogue absolutamente incontornável.

2 de setembro de 2007

Ciumeira

Havia um gajo tão ciumento, tão ciumento, tão ciumento, que não deixava a namorada usar tampões...

1 de setembro de 2007

Curiosidade

Havia um gajo tão curioso, tão curioso, tão curioso, que se matou para ver se havia vida depois da morte...

29 de agosto de 2007

Influência

Não tenho qualquer problema em dizer que sou influenciável! Sofro influências externas diariamente que vão moldando a minha personalidade. Aprecio esta característica. Sinto que sou hoje uma pessoa diferente do que era há 10 ou 5 anos atrás, ou até há 1 mês ou 15 dias atrás. Aborrecem-me as pessoas que dizem que não são influenciáveis, primeiramente porque estão a ser mentirosas, depois porque estão a ser arrogantes e finalmente porque estão a ser estúpidas. Eu prefiro aceitar livremente a influência que outros têm em mim. Mas, por estar consciente desta característica, estou atento e compreendo quais as influências que me permito aceitar e as pessoas que devo escutar e com as quais posso aprender. É essencialmente disto que estou a falar. Deixo-me influenciar por pessoas que considero inteligentes, beneméritas, humildes, nas quais observo as características que aprecio e que procuro alcançar. Perscruto o que posso aprender com elas; que caminhos trilharam, que experiências tiveram, que livros leram, que músicas escutaram, que textos escreveram, que dores tiveram, que alegrias viveram…
E, passando pelo crivo da minha consciência, indago o que poderá servir para o trilhar do meu próprio Caminho…

26 de agosto de 2007

Como chegar Ao Gostinho do Silva

Por aqui, à procura disto e disto...

Ix-pec-ta-cu-lar...

25 de agosto de 2007

Mara

Dois romances de autores portugueses lidos de seguida, com uma personagem feminina chamada Mara. Uma, romana, a outra, angolana. Não sendo um nome comum, poderá dizer-se que é uma coincidência curiosa... O que achas, Gaspar?

Terêncio vs Raymond Bernard

Aprendi com Mário de Carvalho que a frase "nada do que é humano me é estranho" pertence a Terêncio. Como dizia André Gide, "já tudo foi dito, mas como ninguém presta atenção é preciso estar sempre a recomeçar". E foi isso que fez Raymond Bernard, que nos legou a frase "nada do que é humano vos será estranho".

24 de agosto de 2007

1 em cada 5

Ouvi agora na TV que uma em cada cinco pessoas sofre de depressão. Ora esta é uma notícia que me deixa, digamos, deprimido...

17 de agosto de 2007

A Natureza segundo Maria Beatriz

- O que faz o Sol?
- Faz uma Lareira!

- O que faz o Vento?
- Liga a ventoínha!

8 de agosto de 2007

Ana

Não desfazendo, este blogue é mesmo muito bom...

5 de agosto de 2007

Benfica

O Benfica ganhou o torneio do Guadiana, que é, como toda a gente sabe, a competição mais importante do futebol português!
Vivó Benfica!

4 de agosto de 2007

Sobre o Romance

Lembro-me amiúde da troca ideias com o meu colega Luís Lopes. Ele dizia-me que ler romances tinha mais interesse do que ler ensaios, pois era nesse género que ele encontrava a vida. Eu respondia-lhe que a vida vivia a eu e que preferia beber dos conhecimentos que encontrava nos ensaios. Não mudei muito de ideias desde então, mas já olho para o romance de uma outra maneira. De facto é neste género que se encontra algo que não se pode encontrar em qualquer outro lugar. Algo de especial e único e de difícil definição – pelo menos para mim. É impossível encontrar num ensaio filosófico, antropológico, histórico, ou qualquer outro, qualquer coisa como isto: «…Desenraizaram as árvores, devastaram as vinhas, pisaram as flores. Todos os livros foram esfarrapados ou queimados. Até nesta inofensiva mesa de mármore apuseram as suas marcas bestiais. Porquê? Em nome de quê? Se tal eu soubesse, seria o mais sábio dos homens e poderia aconselhá-los com proveito. O porquê daquela ânsia dementada de destruir deve ser, de todos, o mistério mais bem guardado. Não quis a divindade revelar-mo, apenas que lhe sofresse as consequências» (Mário de Carvalho in Um Deus Passeando Pela Brisa da Tarde).

31 de julho de 2007

Calor

O Calor é inimigo do Post!

25 de julho de 2007

DJ Shadow - This Time

Aí está a música que te falava, caro amigo...

24 de julho de 2007

A Intelectualidade em Bikini

Poucas coisas se comparam à sensualidade que emana de uma loura escultural, do alto do seu metro e oitenta e de um topless que revela umas mamocas pequenas mas, talvez por isso, ainda bem no sítio onde devem estar, a falar de Bombeiros e abusar dos advérbios de modo, mas daqueles bons, do género: organicamente e administrativamente e assim... A última palavra que ouvi, depois de ter passado por mim (ignorando-me olimpicamente, como seria de esperar), foi se não outra que esta: hiato! Ora aí está. E tudo isto numa praia da Costa da Caparica, mais para os lados da Charneca, obviamente.

A Ditadura do Post

Calha um moço não postar uns dias e a malta deixa de cá vir, pensava eu, iludido com a ideia de que este blogue recebe visitas... Ah, como são vastos os meandros da ilusão!
Mas, há que postar, postar e voltar a postar! É a Ditadura do Post!...
Vá, clica lá no [PUBLICAR POSTAGEM]! Vá, não te acanhes!...